sábado, 17 de setembro de 2011

Mestre Rúnico - Iniciação `as Runas


Considerado um alfabeto mágico e também um antigo código de mensagens divinatórias, quando consultado ritualisticamente o oráculo das 25 runas revela um mundo de mistério, magia e espiritualidade. É também utilizado freqüentemente como um poderoso instrumento de auto conhecimento e auto ajuda, mostrando os problemas que afligem os seres humanos nos planos astral, corporal e mental, e os meios cósmicos para enfrentá-Ios.

A finalidade é trazer à interpretação o oráculo das runas, que segue uma linha de entendimento baseada principalmente na mitologia nórdica e na pesquisa histórica da cultura vicking, onde algumas mulheres freqüentavam as expedições guerreiras desses povos bárbaros e eram procuradas nas vésperas dos combates, para consultar o oráculo e decidir sobre o melhor momento de se iniciar a guerra; eram as "Mestras das Rotas'" ­sacerdotisas e profetisas que se destacavam pelo comportamento exótico e pela vestimenta exuberante. As runas eram o instrumento mágico desta religião pagã, e como tal torna-se indissolúvel a ligação entre Runas-Divindades.

A Iniciação às Runas leva-nos à análise de mitos primitivos e nas suas possíveis correlações com o cotidiano da vida moderna atual. Pretendemos apresentar os diversos caminhos, para que o iniciante possa trilhá-Ios e alcançar a iluminação e o esclarecimento. A revelação dos conhecimentos esotéricos visa resgatar a natureza espiritual do ser humano, que vive um período de transição no limiar da Nova Era.


quarta-feira, 14 de setembro de 2011

HO'OPONOPONO - A MILENAR TECNICA DE CURA HAVAIANA

Como praticar o Ho’oponopono Identidade Própria
Aqui entenderá por que o intelecto não dispõe dos recursos para resolver problemas, ele só pode manejá-los. E manejar não resolve problemas. Ao fazer o Ho’oponopono você pede a Deus, a Divindade, para limpar, purificar a origem destes problemas, que são as recordações, as memórias. Você assim neutraliza a energia que você associa à determinada pessoa, lugar ou coisa.
No processo esta energia é libertada e transmutada em pura luz pela Divindade. E dentro de você o espaço vagado é preenchido pela luz da Divindade. Então, no Ho’oponopono não há culpa, não é necessário reviver sofrimento, não importa saber o porquê do problema, de quem é a culpa, nem sua origem. No momento que você nota dentro de si algum incômodo em relação a uma pessoa, ou lugar, acontecimento ou coisa, inicie o processo de limpeza, peça a Deus:
“Divindade limpe em mim o que está contribuindo para este problema.”
Então use as frases desta seqüência:
“Sinto muito. Me perdoe. Te amo. Sou grato.” várias vezes, você pode destacar uma que lhe toca mais naquele momento e repeti-la. Deixe sua intuição lhe guiar. Quando você diz “Sinto muito” você reconhece que algo (não importa se saber o que) penetrou no seu sistema corpo/mente. Você quer o perdão interior pelo o que lhe trouxe aquilo. Ao dizer “Me perdoe” você não está pedindo a Deus para te perdoar, você está pedindo a Deus para te ajudar se perdoar. “Te amo” transmuta a energia bloqueada (que é o problema) em energia fluindo, religa você ao Divino. “Sou grato” é a sua expressão de gratidão, sua fé que tudo será resolvido para o bem maior de todos envolvidos.
A partir deste momento o que acontece a seguir é determinado pela Divindade, você pode ser inspirado a tomar alguma ação, qualquer que seja, ou não. Se continuar uma dúvida, continue o processo de limpeza e logo terás a resposta quando completamente limpo.
Lembre-se sempre que o que você vê de errado no próximo também existe em você, somos todos Um, portanto toda cura é auto cura. Na medida em que você melhora o mundo também melhora. Assuma esta responsabilidade. Ninguém mais precisa fazer este processo, só você.
Não existe regra em relação à ordem das frases. Use a seqüência com qual se sentir melhor, a que estiver mais em sintonia com o seu momento. Pode usar uma ou duas, geralmente só “Te amo” já resolve. O aspecto principal é que estamos aprendendo a nos relacionar com nossa Mente Subconsciente, conhecida na tradição havaiana como o Unihipili. Ele é responsável pelas memórias, ele as recebe e armazena, repetindo-as conforme sua programação. É ele que devemos aprender a amar, pedindo perdão pela falta de consideração e comunicação. O importante é saber que nos integramos com a nossa Mente Subconsciente ao pedir a Divindade para limpar as memórias que se repetem, que geram os conflitos, os problemas, os bloqueios
de energia, que resultam em doenças, psíquicas e físicas.
Pense as frases em todos os momentos no seu dia a dia, isso o manterá com uma atitude vibrante de bem-estar e compreensão, em relação á qualquer coisa que se manifestar para você. Antes de sair de casa, peça a Deus para; “limpar o que há em mim o que possa ser a causa de algum conflito ou problema no caminho do trabalho,” (como exemplo). Durante seu dia, ao sentir qualquer mal-estar, ou sentimento ruim, que lhe traga alguma recordação, ou não, se ligue nesse sentimento “ruim” e peça a Deus para limpar as memórias que estão o gerando. Uma frase muito útil é pensada assim;
“Amo vocês minhas memórias! Sou grato pela oportunidade de libertar vocês e a mim!”
Siga com as frases (ou frase) pelo tempo que quiser. A mudança é marcante.
Em situações difíceis, onde você pode se sentir desamparado (ou desamparada), quando seu emocional está em desequilíbrio e os pensamentos fluem desordenadamente gerando mais aflição, faça a oração de Morrnah. Oração que abrange tudo e todos, um verdadeiro bálsamo espiritual:
“Divino Criador, pai, mãe, filho em um...
Se eu, minha família, meus parentes e ancestrais lhe ofendemos, à sua família, parentes e ancestrais em pensamentos, palavras, atos e ações do início da nossa criação até o presente, nós pedimos seu perdão...
Deixe isto limpar, purificar, libertar, cortar todas as recordações, bloqueios, energias e vibrações negativas e transmute estas energias indesejáveis em pura luz...
Assim está feito.”

terça-feira, 10 de maio de 2011

MOLÉCULA DA ÁGUA


MASARU EMOTO, CIENTISTA JAPONÊS, DEMONSTROU COMO O EFEITO DE DETERMINADOS SONS, PALAVRAS, PENSAMENTOS, SENTIMENTOS ALTERAM A ESTRUTURA MOLECULAR DA ÁGUA.A TÉCNICA CONSISTE EM EXPOR A ÁGUA A ESSES AGENTES, CONGELÁ-LA E DEPOIS FOTOGRAFAR OS CRISTAIS QUE SE FORMAM COM O CONGELAMENTO.








Molécula da água



quinta-feira, 5 de maio de 2011

Magias e Encantamentos

Magias e encantamentos associados aos símbolos rúnicos são o resultado de longos estudos e muita prática no lançamento e interpretação das runas. É sabido que o povo do norte utilizava a magia em todos os seus momentos de vida e que muitos tipos de feitiços, encantamentos, xamanismos eram utilizados com fins específicos e sempre acompanhados dos símbolos rúnicos.

Cada um que se comprometer com a magia rúnica, ou pretender se tornar um mestre rúnico deverá, a partir de seu próprio esforço, aprendizado e comportamento, utilizar as runas como elementos de magia. Indico o autor Bernard King como sendo um dos que comentam a magia rúnica de forma séria, e que apresenta em seu livro Elementos das Runas as formas de magias e os 18 encantamentos de Odin.

Definição de MAGIA

s.f. Arte tida como capaz de produzir, por meio de certas práticas ocultas, efeitos que contrariam as leis naturais. / Fig. Efeito surpreendente, comparável aos da magia: a magia das palavras. // Magia negra, a que tinha por objeto a evocação dos demônios. (Sin.: encantamento, fascinação, prestígio)

A Magia é, em seu sentido literal, a arte de produzir por meio de certos atos e palavras determinados efeitos contrários às leis naturais. É a tentativa de modificar a realidade, os acontecimentos e de influenciar os indivíduos. É a imposição do desejo humano sobre os fenômenos da natureza, é a operação de um fenômeno de uma forma inexplicável através da utilização de poderes sobrenaturais, assim como de seres espirituais ou forças ocultas da natureza. Magia é um conjunto de práticas denominadas ocultas as quais têm, como objetivo, compelir forças sobre-humanas a trabalharem sob as determinações do mágico. Tais ações encorajam e reforçam a crença de que o ato mágico decorre da atuação de forças ocultas e obscuras que estão fora do controle humano ou ainda da influência que essas mesmas forças exerce sobre alguns homens, dotando-os de poderes fora do comum.

A magia tem invariavelmente se revelado um fenômeno de grande expressão de todas as culturas, independente de seu nível de desenvolvimento e de progresso. Nas civilizações mais antigas não havia um limite entre religião e magia, que se encontravam intimamente associadas. As religiões eram em grande parte mágicas porque os antigos identificavam objetos como sinais sagrados, capazes de proporcionar as relações entre a deidade e a humanidade. E foi justamente a prática da transfiguração de objetos, isto é, a percepção de objetos, como sendo dotados de novo significado e nova realidade, atribuindo-se-lhes poderes sobrenaturais, desproporcionais e totalmente alijados de sua utilidade original, que deu origem à magia.

A magia é uma prática através da qual o homem busca tornar-se um deus, à medida que o torna representante ou dominado por forças invisíveis porém poderosas, capazes de governar o cosmos.



domingo, 3 de abril de 2011

ESOTERISMO

O termo Esoterismo, origina-se do grego " Esoterikos ", que significa " Interno " Esoterismo é a doutrina que se oculta às pessoas comuns e se revela apenas aos iniciados, em contraposição ao conhecimento exotérico ( externo e público). Transcende à formas e dogmas, e pode, por sua universalidade essencial, conciliar os múltiplos e aparentemente divergentes aspectos da verdade.

Iniciar-se no Esoterismo é adquirir o conhecimento direto da verdade, somente acessível aos moral e intelectualmente preparados, por meio de estudo dos símbolos e alegorias, meditando no seu significado interno, utilizando-se da intuição para a realização das instruções recebidas. Jesus em ( Mat.13:11 e 13. ), nos revela que seus ensinamentos tinham uma parte oculta e outra pública: " ... Porque a vós vos é dado conhecer os mistérios do reino dos céus, mas a eles não lhes é isso dado... Por isso lhes falo em parábolas, porque vendo, não vêem; e ouvindo, não ouvem, nem entendem."

No "Tratado Primeiro" de Roberto de Fluctibus, encontramos os sete ramos principais da tradição esotérica ocidental, são eles : Piramidologia, Quiromancia, Memória, Fisiognomonia, Astrologia, Geomancia e Profecia, base de todas as técnicas adivinhatórias, algumas classificadas como ciências e outras como oráculos. Porém para tornar-se um Mago, não basta memorizar os significados dos sinais, símbolos e alegorias, ter predisposição para a adivinhação e utilizar-se de sua inteligência para predizer o futuro.

Para o iniciado o Tarô , a Geomancia, a Astrologia e outras técnicas das artes adivinhatórias, são apenas ferramentas que utilizará para entrar em contato com o fluxo das energias emanadas pelo consulente, que o orientarão na escolha da Carta, Naipe, etc., afim de obter as respostas. Todo trabalho esotérico, compreende uma série de exercícios ritualísticos, envolvendo Mantras, Mandalas e Orações, com o propósito consciente da busca de forças que o permitirão entrar no espaço esotérico do outro. E orientado pela inteligência e experiência, buscar interpretar os sinais que se manisfestarão através dos símbolos.

Nos sinais estão ocultas as verdades sagradas contra os não iniciados, numa linguagem própria que somente os qualificados, poderão decifra-las e compreende-las. O sinal é a iluminação, o despertar de um sentimento que pode ocorrer através de um símbolo, um gesto, uma lembrança, intuição, idéia, luz. O sinal é o significado do símbolo que permite abrir uma "passagem" através das inúmeras portas dos "Templos" que o Mago irá penetrar.

Para que o Mago obtenha sucesso em suas previsões, leituras, encantamentos, etc. é necessário o consentimento do consulente, uma vez que aquele que penetrar o "Templo" alheio sem permissão, estará agindo contra os princípios éticos que o iniciado jurou respeitar quando de sua iniciação nos mistérios sagrados. E se, mesmo assim, violar este juramento, estará atraindo para sí o "Karma" daquele cujo "espaço esotérico" foi invadido.

"Peça licença ao SENHOR para adentrar neste universo que é a Magia, tire dela o melhor proveito, sem atingir nem magoar ninguém"

domingo, 6 de março de 2011

Objetos de poder e o cristal de quartzo

Quando você andar pelos bosques ou por outros lugares agrestes, fique atento aos objetos que podem ser incluídos em sua bolsa xamânica. Do ponto de vista xamânico, os objetos que o atraírem, sem um motivo muito claro, podem ser objetos de poder cujo aspecto espiritual pode lhe ser revelado no Mundo Profundo, quando de uma viagem. De fato, você poderá estar recolhendo objetos de poder há muitos anos, sem o saber! Lembra-se dos pés de coelho da sua infância? E daquela pedra diferente que encontrou na orla marítima e da pena que achou numa campina da montanha? Todos esses objetos poderiam ser objetos de poder, com poderosas associações e lembranças.

Muitos xamãs guardam seus objetos de poder, seus "medicamentos", numa bolsa de pele de animal selvagem. Alguns guardam-nos em sacos de pano, ou numa bolsa de couro ou mesmo numa caixa de papelão. A bolsa xamânica é algo que um xamã costuma manter embrulhado, desembrulhando-a ou desenrolando-a publicamente apenas em ocasiões rituais. Os objetos que ali estão são altamente pessoais e, como outros materiais de poder, não é bom que sejam exibidos nem discutidos demais em conversas, pois isso está a um passo da ostentação e pode resultar na perda do poder. Quando o xamã desembrulha sua bolsa xamânica e mexe com os objetos de poder, estes são mnemônicos e reacendem em sua memória as experiências xamânicas com as quais estão relacionados.

Embora potencialmente exista uma variedade quase que infinita de objetos de poder, há um deles, em particular, que é sempre encontrado em mãos de xamãs. Trata-se do cristal de quartzo. Na América do Norte, bem como na América do Sul, na Austrália, no sudeste da Ásia e em outros lugares mais, os xamãs conferem singular importância a essas pedras pontiagudas, sextavadas, quase sempre transparentes ou leitosas. Os xamãs usam ampla variedade de tamanhos, variando desde pedras pequenas como uma falange do dedo mínimo até outras, mais raras, de um pé, ou mais, de comprimento.

O cristal de quartzo é considerado o mais forte objeto de poder entre povos que vivem tão distantes como os Jivaro, na América do Sul, e as tribos australianas.Povos tão distantes um do outro como os aborígenes da Austrália ocidental e os que falam o yuman no sul da Califórnia e da Baixa Califórnia adjacente consideram que o cristal de quartzo é "vivo" ou uma "pedra viva". O emprego comum dos cristais de quartzo no xamanismo existe há milhares de anos.

De certa maneira, os cristais de quartzo constituem uma "luz solidificada", que se relaciona com a iluminação e a vidência. Por exemplo, entre os Wiradjeri australianos, aconteceu um fenômeno que não é muito diferente do conceito de "terceiro olho": os xamãs que estavam em treinamento tinham um pedaço de quartzo cravado na testa para que pudessem "ver corretamente as coisas".1 Também na Austrália, os cristais de quartzo eram muitas vezes comprimidos ou inseridos na pele desses homens em treinamento, ou esfregados sobre o corpo deles para dar-lhes poder, e os Wiradjeri derramavam "quartzo liqüefeito" sobre os seus corpos.

Os xamãs de há muito usam seus cristais de quartzo para a vidência e a adivinhação. A bola de cristal que as pessoas da nossa cultura conhecem, pelo menos de nome, é, em última análise, o antigo cristal xamânico aperfeiçoado. Entre os Yualai (Euahlayi), na Austrália, os melhores xamãs praticam a contemplação do cristal para "obter visões do passado, do que está acontecendo no presente à distância e do futuro".Tanto os Yualai como os distantes Tsimshian da costa noroeste da América do Norte mandam o cristal de quartzo, ou seu espírito, procurar a imagem de determinada pessoa. Os Tsimshian usavam essa técnica até mesmo para realizar curas a longa distância. O xamã enviava o cristal, á noite, para trazer de volta a imagem da pessoa doente. Quando a imagem chegava, o xamã dançava em torno do cristal, sacudindo seu chocalho (presume-se que ele esteja entrando em EXC), e então ordenava ao cristal, seu espírito auxiliar, que extraísse da imagem o poder nocivo que ali havia entrado. A pessoa distante, cuja imagem ali estava, era curada por esse meio.

O xamã costuma conservar seus cristais de quartzo longe dos olhos das pessoas e dos raios do sol. O xamã Jivaro os mantém numa pele de macaco com que faz uma bolsa a tiracolo, junto com outros objetos, como folhas verdes de fumo e uma pequena cabaça para macerar as folhas em água fria. O xamã aborígene australiano carrega seus cristais de quartzo numa bolsa xamânica, juntamente com outros objetos de poder. Pode, também, mantê-los no estômago, assim como o xamã Jivaro mantém os espíritos auxiliares. O xamã Tsimshian pode carregar seu cristal de quartzo numa bolsa que leva pendurada ao pescoço. O xamã Paipai dos nossos dias (Yuman do oeste) pode levar seu cristal de quartzo numa pequena bolsa de pele de veado ou num bolso da calça. Ele depende desse cristal a tal ponto que este pode funcionar mais como um espírito guardião do que apenas como um espírito auxiliar.

Quando você começar a preparar sua bolsa xamânica, é bom que adquira pelo menos um cristal de quartzo para colocar nela. Tais cristais são o centro de poder nas bolsas xamânicas de muitos xamãs. Seu poder difunde-se por toda a bolsa e ajuda a energizar e manter o aspecto vivo dos objetos de poder.