quarta-feira, 1 de março de 2017

SIGNIFICADO DOS NOMES DOS MESES

JANEIRO
Januarius era uma homenagem ao deus Jano, o senhor dos solstícios, encarregado de iniciar o inverno e o verão.

FEVEREIRO
O nome se referia a um rito de purificação, que em latim se chamava februa. Logo, Februarius era o mês de realizar essa cerimônia realizada pelos romanos, sacrificando animais em homenagem aos deuses do panteão.

MARÇO
Dedicado a Marte, o deus da guerra. A homenagem, porém, tinha outra motivação. Martius era o mês da semeadura nos campos.

ABRIL
Pode ter surgido para celebrar a deusa do amor, Vênus. Outra hipótese é a de que tenha se originado de aperio, “abrir” em latim. Seria a época do desabrochar da primavera.

MAIO
Homenagem a Maia, uma das deusas da primavera. Seu filho era o deus Mercúrio, pai da medicina e das ciências ocultas. Maio era chamado por Ovídio de “o mês do conhecimento”.

JUNHO
Faz alusão a Juno, a esposa de Júpiter. Se havia uma entidade poderosa no panteão romano, era ela, a guardiã do casamento e do bem-estar de todas as mulheres.

JULHO
Chamava-se Quinctilis e era simplesmente o nome do quinto mês do antigo calendário romano. Até que, em 44 a.C. o senado romano mudou o nome para Julius, em homagem a Júlio César.

AGOSTO
Antes era sextilis, “o sexto mês”. De acordo com o historiador Suetônio, o nome Augusto foi adotado em 27 a.C., em homenagem ao primeiro imperador romano, César Augusto (63 A.C. – 14 d.C.).

SETEMBRO A DEZEMBRO
Para os últimos quatro meses do ano, a explicação é simples: setembro vem de Septem, que em latim significa “sete”. Era, portanto, o sétimo mês do calendário antigo. A mesma lógica se repete até o fim do ano. Outubro veio de October (oitavo), novembro de November (nono) e dezembro de December (décimo mês).


terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

DRUIDISMO, MAGIA CELTA

As famosas e tradicionais histórias de Rei Arthur, Lancelot, Merlin, Morgana, Santo Graal, são associadas a este povo que não nos deixou registros em forma escrita, pois acreditavam que sinais gráficos comprometiam a força dos fatos, poderiam  criar imagens irreais, ou até interpretações errôneas sobre a verdade.
As histórias e lendas deste povo retratam heróis que lutam pela paz e harmonia dos seus, justiça para os injustiçados, fidelidade nas amizades, amores impossíveis e outros realizados.
Reis, cavaleiros, sacerdotisas, druidas, heróis, fadas, animais sagrados, espíritos habitantes de outros mundos, fazem parte do “Universo Celta” que é repleto de magia!
Alguns personagens habitam o mundo invisível, magos e druidas transformam-se em animais, sacerdotisas têm visões através do espelho e das águas. Além de tudo isto, magias são feitas com palavras mágicas, ervas e pedras poderosas, que produzem curas milagrosas.
A procura de objetos com simbolismo sagrado movimenta a busca por caminhos, o encontro de si mesmo.
O cotidiano celta era repleto de uma magia natural, que acontece através da forma com que observava o mundo e nos ensina a valorização e a força do próprio ser, do próprio eu. Em nenhum momento se percebe neste povo, resignação ou apatia, eram guerreiros, conscientes de seu papel no Universo e da magia que existe na Natureza.
O universo celta abre a nossa mente para a possibilidade de outros planos de existência e até mesmo “mágicos”, onde coisas que, geralmente, não têm importância passam a ser observadas, dando à vida um prazer muito grande pelo simples fato de se estar vivo.
A mentalidade celta mostra que a fragilidade nos dá força, que momentos de dor podem ser vividos de uma forma mais branda, se forem entendidos como processo de transformação para períodos de felicidade. Lembre-se de que são os momentos de fraqueza que tornam o homem forte, mais seguro e determinado.
Tudo é possível, porque ao completarse um ciclo, a Roda da Vida nos favorece com a primavera.


terça-feira, 4 de outubro de 2016

Quando o mestre se apresenta devemos estar parados e preparados para poder ouvir suas palavras  e ver.seus exemplos .
Nascemos sós e continuaremos sós.  Temos a ilusão de estarmos acompanhados mas estamos somente juntos.  .A essência humana é  individualizada.  Somos nossos únicos, companheiros inseparáveis . Estamos unidos em substância  a ao todo chamado de universo que é  silencioso e também solitário em suas múltiplas e bilionésimas partículas. E cheio de criaturas individuais. Planetas, estrelas, asteróides, enfim bilhões de seres individuais separados por imensas distâncias que, a nossos olhos, parecem próximas . Mas que na realidade estão absolutamente distantes, convivendo suas solidões.

Fazemos muito esforço para  sentir que não estamos sós e conseguimos com isso criar ilusões que muitas das vezes nos fazem parar ou tropeçar na caminhada.

As crenças, religiões, teorias nos ensinam a crer num ser único , onipotente, onisciente e onipresente que nos auxiliará em qualquer situação.  E sempre que nos vemos sós , debilitados ou necessitados clamamos a este ser único , incomparável, para que venha em nosso auxílio .
Será que paramos para pensar na imensa solidão desse ser ? Que apesar de ser chamado por muitos , só o é em momentos de sofrimentos e necessidade ?? Como será que o ser onipotente sente essa relação egoísta que tem conosco ? Egoísta sim, pois apesar de todo seu desejo de dar , de amar e proteger , ele vive solitário em seu reino celestial aguardando um chamado de socorro.
Algum voce convidou esse ser para ir à praia, ao cinema, para lanchar à tarde? Quando o chama não é com a intensão de compartilhar simplesmente por compartilhar, mas com a intensão de ser protegido por ele.
Então, antes de pensarmos no imenso vazio da solidão, pensemos no imenso vazio de nossas atitudes egoistas e pateticas frente a todo um discortinar de possibilidades.